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Nara Noïan - La Bohème [live session]

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La revolution des colibris ZAZ Sub español

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Carl Jung: Entrevista legendada em Português

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The Logical Song - Supertramp (1979) - Lyrics + Tradução PT/BR

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Requin Chagrin - Juno

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A LEITURA É NECESSIDADE

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  A LEITURA NÃO É UM HÁBITO Que a leitura não é um hábito Ou sequer semente que se semeia, É necessidade d’homem prático – Radicalidade que também medeia… Disso ninguém tem dúvidas sérias Que não tenham propaganda à mistura, Nem faça do trabalho umas férias Passadas à custa da literatura! Joaquim Maria Castanho

TURISMO E CULTURA, nos livros de JOAQUIM MARIA CASTANHO

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  Amigos e Amigas:    Está confirmado… Os livros de Joaquim Maria Castanho , DADINHA DÁ UMA LIÇÃO AO LÁPIS VLUP-VLUP, o Valentão das Dúzias, REDESENHAR A VOZ, NA MINHA CASA MORA UM GATO e A BOLSA DAS MARMITAS, também estão à venda no Departamento de Turismo e Cultura da CÂMARA MUNICIPAL DE PORTALEGRE, mais precisamente no POSTO DE TURISMO de Portalegre, junto à Galeria de S. Sebastião, situada no CONVENTO DE SÃO SEBASTIÃO, onde atualmente funciona a autarquia da nossa cidade e do Distrito de Portalegre. Portanto, há mais uma boa razão para que as visitas a esta cidade sejam recheadas de aprazíveis conteúdos.    Saudações literárias   Tchim-tchim   #literaturacontemporanea #poesia #Policial #infantojuvenil #ficção #literaturaportuguesa

A LITERATURA ESTÁ E CELEBRA-SE SEJA ONDE FOR...

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  A LITERATURA CELEBRA A VIDA,  A CULTURA, O QUOTIDIANO E  A  MANEIRA DE ESTAR PRESENTE  ONDE QUER QUE SEJA E dias 30 e 31 deste mês, estará no INTERMARCHÉ – PORTALEGRE , onde o autor Joaquim Maria Castanho, também vai estar para autografar os seus livros DADINHA DÁ UMA LIÇÃO LÁPIS VLUP-VLUP, o Valentão das Dúzias, NA MINHA CASA MORA UM GATO, REDESENHAR A VOZ e A BOLSA DAS MARMITAS. Dia 30 (só) na parte da manhã; e dia 31, (só) na parte da tarde. Até lá serão divulgados mais pormenores acerca da iniciativa. Saudações literárias

A LITERATURA É UM PRODUTO CULTURAL

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  A LITERATURA É UM PRODUTO CULTURAL  DO DIA A DIA NA ATUALIDADE De acordo com informações de última hora, os livros de Joaquim Maria Castanho, devem ficar à venda no Intermarché de Portalegre, por volta do dia 30 deste mês, sábado, em cuja manhã, neste dia, o autor de Dadinha Dá Uma Lição ao Lápis Vlup-Vlup – o Valentão das Dúzias, Na Minha Casa Mora Um Gato, Redesenhar a Voz e A Bolsa das Marmitas, estará presente para autografar os livros a quem manifestar interesse nisso. Saudações literárias e ótimo fim de semana. Foto by Maria João Fontes

LITERATURA | AMBIENTE | INICIATIVAS

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  LITERATURA E AMBIENTE   UMA FORMA DE ESTAR E DE ENTENDER A VIDA    Tudo indica que os livros de Joaquim Maria Castanho, publicados durante os períodos de confinamento e estado de emergência em consequência da Covid 19, Dadinha Dá Uma Lição ao Lápis Vlup-Vlup – o Valentão das Dúzias, Na Minha Casa Mora Um Gato, Redesenhar a Voz e A Bolsa das Marmitas, venham a estar à venda no INTERMARCHÉ de Portalegre. Por agora nada mais nos é possível adiantar, mas desde já fica a promessa de, assim que algo mais se venha a saber, será dado a conhecer a todos e todas vós. Saudações literárias Foto by Maria João Fontes

Deolinda Milhano: É TARDE DEMAIS - livro

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  É TARDE DEMAIS Deolinda Milhano (155 páginas) Edições Colibri, 2012 Teresa migrou do campo para a cidade. Contudo, tinha um sonho. E ele, que é coisa que não pode ser coisificada, mas pela qual as principais coisas nascem, se desenvolvem e proliferam, sugere-lhe que deve regressar às origens campesinas para o realizar. Então retorna à casa dos progenitores – uma casa portuguesa, com certeza – falecidos já, para assim, não só recuperar as vivências de infância, mas também esse roteiro e ideário recheado de linguajares, amizades, peripécias, costumes e tradições, que forjaram o sal do espaço-quando em que eclodiu para a vida, para o romance, para a proficuidade criadora, onde as simples e raras intrigas germinam para se irem, pouco a pouco, do obscuro olvido libertando. E quis fazê-lo em carne viva, isto é, na incomodidade de outrora, e apenas com os recursos domésticos de antanho, evitando recorrer às novidades da tecnologia que a modernidade dispon...

Livro de JOAQUIM MARIA CASTANHO, escritor portalegrense

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  Meus amigos e minhas amigas, Apraz-me informar-vos que os meus livros DADINHA DÁ UMA LIÇÃO AO LÁPIS VLUP-VLUP, O VALENTÃO DAS DÚZIAS , REDESENHAR A VOZ, NA MINHA CASA MORA UM GATO e A BOLSA DAS MARMITAS , também se encontram à venda na loja MILÉNIO GOLD , no segundo piso do Centro Comercial Fontedeira , em Portalegre. Preços: Dadinha Dá Uma Lição ao Lápis VLUP-Vlup, o Valentão das Dúzias 7.00€ Redesenhar a Voz 15.00€ Na Minha Casa Mora um Gato 6.00€ A Bolsa das Marmitas 10.00€

Barbara Pravi - Barcelone - Subtitulada Español

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Hélène Segara - L'amour est un soleil (Clip Officiel)

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TODO O POEMA É CONTROVERSO

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  TODO O POEMA É CONTROVERSO    Cada momento é único. E mesmo qu’o tempo seja Extensível, por peleja, Adulterado ou púnico, Cada momento é único. Nada há que o contorne.    Nem pérfida mente, visão Distorcida pla navegação, Ou alguém que o transforme… Ninguém há que o contorne!    Único ainda qu’adverso… S’o momento é legítimo E nasce da graça dum crer, Traz colado a si um verso Seja público ou íntimo, Pra que toda a gente ao ler O dê ímpar… – controverso!    Joaquim Maria Castanho   #redesenharavoz #poesia #literaturaportuguesa #poesiaportuguesa

Rosa Honrado Calado, GENTES QUE MARCAM A VIDA DA GENTE

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  GENTES QUE MARCAM A VIDA DA GENTE Rosa Honrado Calado (138 páginas) Edições Colibri Lisboa, 29 de maio de 2021 Não fosse a autora deste livro, Rosa Honrado Calado, formada em História, com diversas obras já publicadas neste universo temático e disciplinar, nomeadamente coautora de manuais escolares (História e Geografia de Portugal), ou, mais recentemente, de coautoria com Francisco Santana em Ponte Vasco da Gama (1996), e autora de Aos 100 Anos, História do Grémio de Instrução Liberal de Campo de Ourique (2010), facilmente estaríamos inclinados para classificar Gentes Que Marcam a Vida da Gente, como mais um künstlerroman – palavra alemã que significa “romance do artista” e se reporta a um tipo de narrativa que nos dá conta da vida e formação dum autor, ou autora, ou até duma personagem que se lhe assemelha desde a infância à maturidade –, ainda que na maioria destas obras se descreva a luta duma criança de temperamento artístico e delicado para se l...

ESQUECE, Escrever o colonialismo em Angola, de Maragarida Paredes

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  ESQUECE Escrever o Colonialismo em Angola MARGARIDA PAREDES Prefácio Inocêncio Mata 128 páginas Edições Colibri Lisboa, maio de 2021 A literatura é ficção. Logo, nunca retrata a realidade. Nem a atualidade. E a vida. Antes as usa, as utiliza, de forma mais ou menos realista. Portanto ESQUECE, que é um livro escrito com uma bolsa de criação literária da Direção Geral dos Arquivos e das Bibliotecas do Ministério da Cultura, que a autora recebeu no concurso nacional de 2018, tal como é afirmado na contracapa, “é uma obra ficcionada sobre a colonização portuguesa em Angola”. Nessa perspetiva, em que espelha memórias e registos, experiências e malhas que o império teceu, o processo de colonização/descolonização é humanizado e concentrado na biografia de uma negrinha de criação, desde a sua atormentada infância, até à sua emancipação definitiva, em resultado dos diversos movimentos/estádios de libertação e amadurecimento que atravessou. Com raízes fund...

NUNCA DIGAS ADEUS AO VERÃO, de João de Mancelos

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  NUNCA DIGAS ADEUS AO VERÃO João de Mancelos Edições Colibri Lisboa, março de 2021 A literatura é uma arte esquiva. Ela nunca reproduz a realidade. Quanto muito, utiliza-a. Usa-a em proveito da poesia, do teatro, do romance, da saga, da epopeia, da novela, do conto, da crónica e da shortstory , sob os mais diversos aspetos e suportes, motivações e estilos. Algumas delas, como as crónicas/conto de Nunca Digas Adeus ao Verão, de João de Mancelos, são tão compactas, que raiam o guião de casos, de situações, que os leitores e leitoras podem observar com considerável distanciamento. E é ele – esse afastamento objetivo – que nos faculta apreciar a palavra elaborada, a cadeia de filigranas (frases curtas), a intrincada teia de significantes e significados através dos quais são geradas. Edificadas. E expostas. Às vezes o discurso aproxima-se tanto da técnica cinematográfica que as elipses contribuem a olhos vistos para os desfechos inesperados, surpreendente...

ANA LANDEIRO, Brisas Quentes

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  BRISAS QUENTES Ana Landeiro (poesia) 15,5 x 23 cm, capa mole, a cores, plasticizada 103 páginas A poesia, além de uma ancestral e exímia técnica (arte) de codificar e descodificar mensagens, originariamente orais e somente acessíveis aos por ela e nela iniciados, é também um exercício de sensibilidade e sensibilidades. E BRISAS QUENTES é um livro de poesia que cheira a azul e dunas douradas – ou salgadas –, de expressão (lírica) intimista, com a sensualidade à flor da estrofe (livre), pejada de palavras inventadas (para podermos amar), compostas por letras, fonemas, noemas, sílabas e imagens sem qualquer pretensão, mas que não couberam na tinta dos beijos da solidão, pondo o diabo a tremer (diante de tanta tentação). É um exemplo pertinente, e comprovativo, de como as metáforas no prendem às litanias do evoluir para aportarmos à magia dos sentidos, das emoções, dos sentimentos, dos afetos, transportando-nos, assim, para essoutro universo, onde o...

HERDEIRA DE COLOMBO NA ILHA DOURADA

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  Acerca deste livro, como de seu autor, afirma (no Prefácio: Nostalgia do Futuro) Casimiro Santos, Professor de História, que “miscigenando a ficção e a etnografia comparada a cada passo, Gabriel Raimundo coloca as suas verosímeis personagens, num quadro utópico sonhado na base da vida real, apontando um futuro em que, parafraseando o Agostinho da Silva, a utopia deixará de o ser para se tornar realidade. Estas personagens vão-se revelando ao leitor, movimentando-se numa tela de grande reportagem etno-jornalística em que o realismo fantástico assoma a cada passo, ancorado na vida. São personagens de grande riqueza humana, que de riqueza material, quase todos pertencem ao povo trabalhador e muitos comeram o pão que o diabo amassou nesses tempos da travessia náufraga de 48 anos e noutras travessias ainda mais recuadas no tempo. Mas, para a festa também há espaço. Assume um tom pitoresco a roçar o humorístico numa linguagem descritiva aquiliniana, do século que v...