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MARINHO DAS MEIGUICES

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  MARINHO, UM FALSÁRIO NO ALENTEJO Jorge Branco 224 Páginas Edições Colibri, julho 2024                         N aquele tempo viver dentro da lei era contribuir para a opressão dos seus vizinhos e familiares. E não cumprir a lei, desde que fosse para sabotar os desígnios dos poderes instalados, era considerado um comportamento de lesa pátria ou traição a ela. Mesmo que o fizessem apenas por dinheiro, coisa apolítica que seria apenas legítima para os defensores do sistema e ordem pública, para singrar na vida ou sair da mediocridade e provincianismo tacanho. Pelo que este livro pode ser visto como uma epopeia pícara de um habilidoso meliante filho de droguista da Outra Margem à beira-Tejo, e de uma mariarrapaz alentejana, Matilde Maria Palma [1] , uma criança que prometia dar luta à morte, vaticino que se evidenciara pela apetência com que se agarrara à teta da...

LITERATURA | AMBIENTE | INICIATIVAS

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  LITERATURA E AMBIENTE   UMA FORMA DE ESTAR E DE ENTENDER A VIDA    Tudo indica que os livros de Joaquim Maria Castanho, publicados durante os períodos de confinamento e estado de emergência em consequência da Covid 19, Dadinha Dá Uma Lição ao Lápis Vlup-Vlup – o Valentão das Dúzias, Na Minha Casa Mora Um Gato, Redesenhar a Voz e A Bolsa das Marmitas, venham a estar à venda no INTERMARCHÉ de Portalegre. Por agora nada mais nos é possível adiantar, mas desde já fica a promessa de, assim que algo mais se venha a saber, será dado a conhecer a todos e todas vós. Saudações literárias Foto by Maria João Fontes

É URGENTE (inventar) O AMOR

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É URGENTE (inventar) O AMOR   Querer fazer parte da tua vida Não me dá o direito de mandar nela, Que o amor tem por certa a medida De não cerzir sedas com cerol e sovela.   Nem obriga a respeitar só por obrigação, Ou a transformar em meio qualquer fim; É antes ouvir NÃO quando dizes «não», E ouvir TAMBÉM quando dizes «sim».   Joaquim Maria Castanho ƸӜƷ Ϡ₡ ☀ @ ♫♪ ✿ ♣ ♦ ☀ ♫♪ Ϡ₡ ☀ @ ♫♪ ✿ ♣ Ϡ₡ ♦ ☀ ♫♪Ÿ♫♪ ✿ ♫♪ ☀ ♫♣ ♦ ♪ Ϡ₡ ƸӜƷ   http://www.facebook.com/evolui.verde   (Ilustração: telas de ESTHER SILVA, pintora maranhense)
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OPÇÃO    P.   O.   U.   S. Porque é cada vez MAIS importante, que sejamos também cada vez MAIS europeus ( DESENVOLVIDOS ) em Portugal, e cada vez MAIS portugueses ( INDEPENDENTES ) na Europa, o P. O. U. S. – Partido Operário de Unidade Socialista , enquanto plataforma de diálogo, entendimento e consenso de todas as forças vivas da sociedade moderna, e globalizada , quer na esfera do relacionamento positivo, entre os trabalhadores e o tecido empresarial, e institucional, na legalidade democrática vigente, quer entre os cidadãos e os seus órgãos de representação e soberania, não se evitará a esforços para REFORÇAR , onde quer que esteja, a democracia, a sustentabilidade económica, social e natural, a consciência cívica, a melhoria da qualidade de vida, o bem-estar humano e animal, a biodiversidade, o equilíbrio do ecossistema e ecosfera, os ideais humanistas e humanitários da liberdade, igualdade e fraternidade, entre todos os...
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A ESPERANÇA REMANESCE SEMPRE QUE MAIO ACONTECE     Que fizeram de realmente notável os nossos políticos do establishment parlamentar português nos últimos 30 –   trinta!, curiosamente tantos quantos foram os dinheiros por que Judas vendeu o Mestre... –   de intensa e propalada atividade em prol da sociedade portuguesa aberta e para todos os homens e todas as mulheres? Esturraram as receitas dos impostos, o dinheiro que a União Europeia nos enviou para a convergência e AINDA contraíram substancial e nutrida dívida. Ou seja, fartaram-se de trabalhar, já que são precisos muito suor, sangue e lágrimas, para prejudicar tantos portugueses e portuguesas e tão pouco tempo. Em consequência, pelo superlativo lusitano deste valoroso feito, devemos agradecer-lhe neste maio tão promissor como os demais maios que todos os anos se repetem, embora que dando-lhe um significado muito especial porque acarreta consigo o exercício da legalidade democrática que abril nos...
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QUE MOTIVAÇÃO NOS SUBSCREVE? Foi o 25 de Abril (de 1974) que nos devolveu a capacidade de escolher entre sofrer a realidade ou desfrutá-la, que nos tinha sido amputada durante a longa noite da ditadura corporativista, instaurada em Portugal, por Oliveira Salazar. Não vamos desperdiçar essa oportunidade em quezílias de somenos, nem em diatribes estratégicas daqueles, e de suas políticas, que nos levaram à crise atual, cujo fito é indesmentivelmente o de nos dividir para melhor nos manipular. Com o nosso declarado apoio, que se expressará nas urnas, nas próximas eleições para o Parlamento Europeu, estaremos em consonância com as aspirações e anseios dos demais povos da União Europeia, nomeadamente com o povo francês, espanhol, italiano, grego e irlandês, que foram os que com maiores dificuldades se debateram para equilibrar as suas contas públicas e economia, e onde o desemprego, a precariedade, a incerteza no futuro e a austeridade maior miséria têm criado. Não estaremos s...
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A TRAGÉDIA DUM DRAMA (SOCIAL) "Lopo Alves tirou o relógio e viu que eram nove horas e meia. Passou a mão pelo bigode, levantou-se, deu alguns passos pela sala, tornou a sentar-se e disse: – Dou-lhe uma notícia, que certamente não espera. Saiba que fiz... fiz um drama. – Um drama! – exclamou o bacharel. – Que quer? Desde criança padeci destes achaques literários. O serviço militar não foi remédio que me curasse, foi um paliativo. A doença regressou com força dos primeiros tempos. Já agora não há outro remédio senão deixá-la e ir simplesmente ajudando a natureza." In JOAQUIM MARIA MACHADO DE ASSIS, A Chinela Turca É mentira que a democracia em Portugal foi arrumada e enlatada pela direita. Eram poucos, estavam arredados dos meandros do poder e da finança, e não tinham a mínima credibilidade pública. Durante as duas décadas posteriores ao 25 A, a direita não passou de uma anedota que se contava nas tascas do populacho, andando de Ponço para Pilatos com as ...