Da Curiosa Modernidade à Prefeitura da Perfeição

Ora, isto pode ser muito contemporâneo, muito bem-intencionado, muito faixa de Gaza, ou tampão unilateral de medricas preconceituosos, tipo gaja que toma três pílulas anticoncepcionais, com medo de engravidar, no dia em que vai jantar com o namorado e depois o acusa de ele querer ter relações sexuais pré-matrimoniais, como se isso não lhe tivesse passado pela ideia quando combinou a refeição, criou expectativas acerca dela ou anteviu o seu desenrolar... Mas, sem sombra de dúvida, também é doentio, patológico, de assassínio premeditado de inocentes, enraizado no trauma e no determinismo do quando a globalização era uma anedota marselhesa para difundir ideologias. E entre duas facções fundamentais que tentam assegurar a sua segurança optando pela loucura (da guerra), em vez de pela via do diálogo e da diplomacia, só escolhem e tomam partido aqueles cuja rigidez caracterial e mente doentia se lhe iguala, pelo menos, ou obedece a interesses económicos e bélicos superiores ou estratégicos. Que o mesmo é afirmar, que entre duas maluquices somente tomam partido aqueles que são ainda mais doentios, mais loucos e malucos dos que os que geraram e continuam esse conflito. Ou, como diz o povo, de tão celebradas fundações judaico-cristãs, que é o nosso, e que também costuma dar para tudo, entre uns e outros, venha o diabo e escolha.
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